Quanto Custa UGC? Preços, Modelos e o Que Realmente Vale a Pena

Uma das perguntas mais comuns feitas por marcas que estão começando a explorar conteúdo gerado por usuários é direta e legítima: quanto custa UGC? A resposta curta é: depende do modelo, do objetivo e da forma como o UGC é usado. A resposta completa - e a que realmente importa - envolve entender o que…

Uma das perguntas mais comuns feitas por marcas que estão começando a explorar conteúdo gerado por usuários é direta e legítima: quanto custa UGC?

A resposta curta é: depende do modelo, do objetivo e da forma como o UGC é usado.

A resposta completa – e a que realmente importa – envolve entender o que você está pagando, por que os preços variam tanto e quando o investimento em UGC realmente vale a pena.

Neste artigo, vamos explicar de forma clara e prática:

  • Quais são os principais modelos de preço de UGC
  • O que influencia o custo do conteúdo
  • Os erros mais comuns ao avaliar preços
  • Como saber se UGC faz sentido para sua marca

Sem tabelas enganosas. Sem promessas irreais. Sem enrolação.


Por que o preço de UGC varia tanto?

Se você já pesquisou sobre UGC, provavelmente encontrou respostas muito diferentes:

  • Alguns dizem que é “barato”
  • Outros tratam como investimento alto
  • Outros ainda comparam com influencer ou agência

Isso acontece porque UGC não é um produto único, mas um modelo de produção de conteúdo que pode assumir formatos muito diferentes.

O custo de UGC varia conforme:

  • Quem produz o conteúdo
  • Como ele será usado
  • Quantos vídeos são criados
  • Se haverá uso em anúncios
  • Se os direitos de uso estão incluídos

Antes de falar em valores, é essencial entender os modelos existentes.


Os 3 principais modelos de preço de UGC

1️⃣ UGC via agências

Nesse modelo, a marca contrata uma agência que cuida de todo o processo:

  • Seleção de criadores
  • Briefing
  • Gestão
  • Revisões
  • Entrega

O que influencia o preço:

  • Estrutura da agência
  • Taxas fixas
  • Intermediação
  • Produção centralizada

👉 Normalmente é o modelo mais caro, pois inclui custos operacionais elevados e menos flexibilidade para testar volume.


2️⃣ UGC via influencers

Aqui, o pagamento é feito ao criador, muitas vezes com base em:

  • Número de seguidores
  • Alcance do perfil
  • Postagem no feed

Ponto importante:

Nem todo conteúdo de influencer é UGC de verdade. Muitas vezes, o valor pago está ligado à audiência – não à qualidade ou performance do vídeo.

👉 Esse modelo tende a ser caro e pouco escalável quando o objetivo é usar o conteúdo em anúncios.


3️⃣ UGC via plataformas especializadas (como a Noovid)

Nesse modelo, a marca contrata conteúdo UGC de forma estruturada, com foco principal na produção de vídeos – e não na audiência do criador.

Plataformas especializadas em UGC, como a Noovid, conectam marcas a criadores selecionados para produzir conteúdo autêntico, pensado para uso em anúncios, páginas de conversão e outros canais de performance. O valor está na qualidade do conteúdo entregue, no alinhamento com o briefing e na possibilidade de reutilização estratégica.

O que normalmente influencia o preço nesse modelo:

  • Quantidade de vídeos produzidos
  • Duração de cada vídeo

Um diferencial importante desse formato é que, além do UGC tradicional, algumas plataformas – como a Noovid – oferecem a opção de amplificar o conteúdo com alcance orgânico, por meio de recursos como o Social Boost.

Na prática, isso dá mais flexibilidade para a marca: ela pode optar apenas pelo UGC para performance ou, quando fizer sentido, adicionar uma camada extra de visibilidade orgânica sem mudar toda a estratégia.

👉 Esse modelo tende a oferecer o melhor custo-benefício para marcas que querem escalar conteúdo, testar criativos e, ao mesmo tempo, ter a opção de validar o material também em canais orgânicos.


O que realmente influencia o custo do UGC

Independentemente do modelo, alguns fatores impactam diretamente o preço:

Volume de conteúdo

Produzir 1 vídeo isolado costuma sair mais caro por unidade do que produzir pacotes.

Direitos de uso

Conteúdos com permissão para anúncios e uso comercial amplo tendem a custar mais – e com razão.

Complexidade do briefing

Quanto mais específico e técnico for o produto, maior o esforço do criador.

Revisões

Processos claros reduzem retrabalho e custos ocultos.

Velocidade de entrega

Prazos muito curtos costumam elevar o custo.


Erros comuns ao avaliar o preço de UGC

❌ Comparar UGC com produção de estúdio

São propostas diferentes. UGC não é sobre estética perfeita, é sobre conexão e conversão.

❌ Avaliar preço sem considerar uso em anúncios

Um vídeo barato que não pode ser usado em ads pode sair caro no longo prazo.

❌ Comprar poucos vídeos esperando milagre

UGC funciona melhor com volume, teste e consistência.

❌ Escolher apenas pelo menor preço

UGC mal executado gera custo sem retorno.


Quando o investimento em UGC realmente vale a pena?

UGC costuma valer muito a pena quando:

  • A marca anuncia ou pretende anunciar
  • O produto precisa de prova social
  • O público está nas redes sociais
  • A marca precisa de escala de conteúdo
  • O orçamento exige eficiência

Por outro lado, UGC pode não ser a melhor escolha se a marca:

  • Não tem clareza de objetivo
  • Não pretende usar o conteúdo além do orgânico
  • Espera resultados imediatos sem teste


UGC é custo ou investimento?

Essa é a pergunta errada. A pergunta certa é: o UGC está sendo usado de forma estratégica?

Quando bem aplicado, UGC:

  • Reduz custo por aquisição
  • Aumenta taxa de conversão
  • Gera conteúdo reutilizável
  • Escala campanhas com mais rapidez

Nesse cenário, o valor pago pelo UGC deixa de ser custo e passa a ser alavanca de crescimento.


Conclusão

Não existe um preço único para UGC – e desconfie de quem promete isso. O que existe são modelos, objetivos e estratégias diferentes. O UGC que vale a pena é aquele que:

  • Está alinhado com o estágio da marca
  • Pode ser usado onde realmente importa
  • Gera retorno mensurável

Antes de perguntar quanto custa UGC, vale perguntar: como eu vou usar esse conteúdo para crescer É aí que a resposta começa a fazer sentido.


Veja também: